ESSE É O NOSSO CANTINHO! ELE FOI CRIADO PARA DIVULGAR NOSSO TRABALHO,COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS E DIVIDIR COM OS COLEGAS EDUCADORES A NOSSA PAIXÃO DE ENSINAR E DE APRENDER. ESPERAMOS QUE GOSTE... E VOLTE SEMPRE!!


terça-feira, 4 de maio de 2010

Um presente para a MAMÃE

As professoras de Artes, Delmira e Lourdes, prepararam com seus alunos uma lembrança para o Dia das Mães. Veja como é fácil e fica muito linda essa caixinha:

Corte um pedaço de cartolina quadrado
Dobre ao meio uma vez
Dobre mais uma vez
Agora, dobre mais uma vez
As dobras vão formando quadrados
Depois dobre as pontas para dentro
As quatro pontas devem ser dobradas
Encaixe todas as pontas dobrando-as para dentro
A caixinha está pronta!
Para fazer a tampa, corte um quadrado colorido
Dobre todos os lados
Fazendo uma dobra nas pontas para dentro
Da mesma forma nas quatro pontas
Encaixe todas as pontinhas
E cole. A tampa está prontinha!
Com o papel branco já dobrado, as crianças decoraram suas caixinhas, respeitando os limites dos quadrados marcados pelas dobras

Cada quadrado recebeu uma ilustração especial






Depois de tudo bem colorido, a caixinha é dobrada




A tampa colorida é o acabamento do trabalho
Ficou linda a caixinha da turma.
Imagine então, ela cheinha de amor, carinho e muitos, muuiiitos beijos para a MAMÃE!

sexta-feira, 23 de abril de 2010


"Se a EDUCAÇÃO sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda!"

(Paulo Freire)

Uma merecida homenagem!

TRIBUTO AO ÍNDIO


Antes de nossa chegada

Como o índio era feliz!

Tinha a mãe natureza

Como suprema matriz

Da qual extraía a seiva

Necessária ao seu matiz.


A mãe natureza era

Ao extremo respeitada
Porque o índio entendia

Que sem ela ele era nada.

Neste tempo, Pindorama,

Realmente foste amada!


Não tinha poluição,

Queimadas, desmatamento.

Não havia inseticida.

Era puro, o alimento.

O globo sorria alegre

Livre do aquecimento.


O índio só extraía,

da natureza, a essência

A qual fosse necessária

À sua sobrevivência.

Tinha então com o meio

Perfeitíssima convivência.


Não tinha capitalismo

Selvagem ou domesticado.

Com união e respeito,

Todo mundo era tratado.

Cada índio tinha o seu

Espaço igual reservado.


Então chega o europeu

Com o “verdadeiro ideal”

De vida e se escandaliza

Diante do Natural.

Fareja a terra do índio

Como alvo principal.


O índio então vai cedendo

Iludido ou obrigado.

Entrega suas riquezas

Entre elas o legado

Cultural que invadido

Se torna fragilizado.


Quando o índio percebe

Deus! Já é tarde demais…

Os que se diziam amigos

Eram inimigos fatais.

Tomariam suas terras

Com covardia voraz.


Um minuto de silêncio,

Peço ao amigo leitor

Pelo massacre expedido

Que causara grito e dor.

Chamamos dizimação,

Esses atos de horror.


Sinto-me envergonhado,

Caro índio, nesse dia.

Sei que nenhuma desculpa

Vai curar a tirania

Praticada contra ti.

Teu sangue não silencia.


Mesmo assim peço perdão

Por todo o mal que te fiz.

Não é certo massacrar.

Dar vazão à cicatriz

Incurável em função

Da construção de um país.


Se for possível perdoe

Esta vã humanidade

Que se destrói dia-a-dia.

Para ela, na verdade,

O dinheiro e não a vida

Tem maior prioridade.


Percorro quinhentos anos

E ao povo índio contemplo

Na certeza de que ele é

O mais elevado exemplo

De vida a ser perseguido

Pelo mundo em qualquer tempo.


Autor: Manoel Messias Belizario Neto


Alunos do 2º Ano homenageiam os primeiros habitantes do Brasil

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIA DA TERRA

FAÇA ALGO NO DIA DA TERRA...

... E NOS DEMAIS DIAS DO ANO TAMBÉM!



"Todas as questões relacionadas com meio ambiente têm um fundo político/ideológico, de como nos relacionamos com o mundo e como o consumimos. Mudar essa realidade é um dos nossos maiores objetivos e começa com a mudança das mentalidades e os modos de atuar na realidade. Nós precisamos fazer a nossa parte."

(Flavio Prada)

Então, não vamos perder a oportunidade de fazer, pensar, espalhar ou discutir algo neste Dia da Terra.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Dia do Livro Infantil

A literatura infantil começou no século XVIII. Nessa época a criança começava, efetivamente, a ser vista como criança. Antes, ela participava da vida social adulta, inclusive usufruindo da sua literatura. As crianças da nobreza liam os grandes clássicos e as mais pobres liam lendas e contos folclóricos (literatura de cordel), muito populares na época. Como tudo evolui, esse tipo de literatura também evoluiu para atingir ao público infantil: os clássicos sofreram adaptações e os contos folclóricos serviram de inspiração para os contos de fadas.
Vários autores se destacaram nesse cenário: Irmãos Grimm, Andersen, Charles Dickens, La Fontaine, Esopo.
No Brasil a literatura infantil deu os primeiros passos com as obras de Carlos Jansen (“Contos seletos das mil e uma noites”), Figueiredo Pimentel (“Contos da Carochinha”), Coelho Neto, Olavo Bilac e Tales de Andrade. Porém, o mais importante escritor infantil foi Monteiro Lobato. É com ele que se inicia, de fato, a literatura infantil no Brasil.
Além de Monteiro Lobato, escritores como Ziraldo, Ruth Rocha, Ana Maria Machado, Mary e Eliardo França, entre outros também se dedicam ao público infantil.
Inúmeros pesquisadores têm-se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia-a-dia da criança. A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro" pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo. Esses primeiros contatos despertam na criança o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização.
A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais freqüente for o contato da criança com o livro.
Através das obras de Monteiro Lobato, a professora Neiva Salvador desenvolveu um trabalho na Biblioteca "Olavo Bilac" da E. M. Angelo Anzollin, comemorando a passagem do Dia do Livro Infantil, com o objetivo de fazer da leitura uma experiência rica e inesquecível, levando o aluno a ler histórias, recriar personagens, imaginar as cenas descritas, vivenciar as palavras e frases trazidas pelo autor.
Viajando na leitura, as crianças teem sua imaginação aguçada e participam bem mais das aulas, com maior interesse.














"Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar."
(Monteiro Lobato)
Participe deixando seu comentário:
Se você pudesse morar dentro de um livro, qual livro seria?
Por quê?

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Aprendendo com a tecnologia

A introdução das novas tecnologias na escola permite assumir uma postura mais crítica em relação aos avanços tecnológicos presentes na sociedade.
O computador já faz parte de nossa vida, portanto a escola precisa preparar o educando para saber manusear esse instrumento.
Assim como o retroprojetor, a TV, o vídeo, o datashow, o computador é também um meio didático. Eles motivam e despertam a curiosidade do aluno, tornando o aprendizado mais interessante e significativo.
Desenvolver o raciocínio ou possibilitar situações de resolução de problemas é a razão mais nobre do uso do computador na educação.
O ensino com o auxílio das tecnologias implica que o aluno, através desses meios, possa adquirir conceitos sobre praticamente qualquer domínio.

Os alunos do 4º ano da Professora Elenir frequentam semanalmente o laboratório de informática para pesquisas, produções textuais, leituras, jogos educativos. A turma aprendeu também a postar comentário no blog da escola sobre os assuntos lidos e publicados.
É gratificante ver a alegria estampada no rostinho de cada criança diante das descobertas realizadas.

Assim, aprender é bem mais emocionante!